Publicado em: 26/11/2010 ás 09:22:18
O indicador que mede a intenção do consumidor de comprar bens duráveis registrou em novembro uma ligeira alta frente a outubro, depois de ter recuado duas vezes seguidas, conforme revelou a Sondagem de Expectativas do Consumidor da FGV (Fundação Getulio Vargas).
No mês, a intenção do consumidor passou de 87,4 pontos para 87,5 pontos (0,11%). Na comparação com novembro do ano passado, houve alta de 3,6%, já que a intenção havia ficado em 84,1 pontos há um ano.
Perspectiva futura
Os dados da pesquisa mostraram ainda que, em novembro, o número de consumidores que acreditam que a intenção de comprar um bem durável irá aumentar cresceu em relação ao registrado no décimo mês do ano.
O percentual dos que têm essa percepção passou de 14,2% para 14,5%.
A parcela dos pessimistas aumentou um pouco menos, uma vez que o número dos que acreditam que a intenção irá cair foi de 26,8% para 27% no mesmo período.
Na comparação com novembro do ano passado, é possível notar que o número de otimistas hoje é maior, ao contrário da parcela dos pessimistas. Naquela data, 11,2% se declararam mais dispostos a comprar bens duráveis, enquanto 27,1% disseram o oposto.
Juros e inflação
A pesquisa ainda analisa a opinião dos consumidores com relação às taxas de juros e inflação. No primeiro caso, os dados mostram que 36,7% dos brasileiros acreditam que os juros irão subir, ante 13,6% que responderam o contrário.
A respeito da inflação, a sondagem mostrou uma expectativa de alta de 6,1% nos preços para os próximos 12 meses – mesmo percentual observado na pesquisa do mês passado.
No mês, a intenção do consumidor passou de 87,4 pontos para 87,5 pontos (0,11%). Na comparação com novembro do ano passado, houve alta de 3,6%, já que a intenção havia ficado em 84,1 pontos há um ano.
Perspectiva futura
Os dados da pesquisa mostraram ainda que, em novembro, o número de consumidores que acreditam que a intenção de comprar um bem durável irá aumentar cresceu em relação ao registrado no décimo mês do ano.
O percentual dos que têm essa percepção passou de 14,2% para 14,5%.
A parcela dos pessimistas aumentou um pouco menos, uma vez que o número dos que acreditam que a intenção irá cair foi de 26,8% para 27% no mesmo período.
Na comparação com novembro do ano passado, é possível notar que o número de otimistas hoje é maior, ao contrário da parcela dos pessimistas. Naquela data, 11,2% se declararam mais dispostos a comprar bens duráveis, enquanto 27,1% disseram o oposto.
Juros e inflação
A pesquisa ainda analisa a opinião dos consumidores com relação às taxas de juros e inflação. No primeiro caso, os dados mostram que 36,7% dos brasileiros acreditam que os juros irão subir, ante 13,6% que responderam o contrário.
A respeito da inflação, a sondagem mostrou uma expectativa de alta de 6,1% nos preços para os próximos 12 meses – mesmo percentual observado na pesquisa do mês passado.
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